Pilar 04

Garantir que as ferramentas que salvam vidas chegam às pessoas que delas necessitam

Liderado pelo Comité de Parceiros de Apoio a Países/Regiões (CRSPC) da RBM, este pilar melhora os sistemas de entrega para que as ferramentas existentes contra a malária cheguem às comunidades de forma consistente, segura e equitativa — especialmente às mais difíceis de alcançar.

Como acompanhamos o progresso

07 ICD 4.1 Quarterly

% de países com políticas nacionais que indicam que os ACS recebem salários do governo

Fonte: RBM Community Health Dashboard

08 ICD 4.2 Annual

% da população-alvo com MTI adequados

Fonte: World Malaria report on coverage for African countries; Annual WHO modelling on this

09 ICD 4.3 Annual

% de países com um plano de preparação e resposta a epidemias

Fonte: TBC

10 ICD 4.4 Monthly + Quarterly

% de países com >3 meses de produtos para o tratamento de casos disponíveis

Fonte: RBM supply chain dashboard

11 ICD 4.5 Quarterly

% de países que geram dados de MMS no país no último ano

Fonte: World Malaria Threats Map

O desafio

O mundo já dispõe de intervenções comprovadas contra a malária — redes mosquiteiras tratadas com inseticida, diagnósticos rápidos, tratamentos eficazes e terapias preventivas. O desafio não é a falta de ferramentas. É uma falha na entrega.

As lacunas nas cadeias de abastecimento, a escassez de profissionais de saúde, a má qualidade dos serviços e as intervenções que não se ajustam aos contextos locais deixam milhões de pessoas sem a proteção de que necessitam. Colmatar a lacuna de acesso não é apenas um problema logístico — exige um investimento sustentado nos sistemas que levam as ferramentas às comunidades.

Uma nova geração perguntará como permitimos que uma doença que pode ser prevenida — e até curada — matasse tantas pessoas.

Bishop Dinis Matsolo

Diretor Executivo do Programa Inter-Religioso Contra a Malária (PIRCOM)

O Big Push: de hoje para o amanhã

Hoje
2030
Hoje O acesso aos serviços de malária é desigual, especialmente para as populações vulneráveis
2030 Mais pessoas têm acesso a intervenções de qualidade contra a malária através de canais públicos e privados
Hoje Os sistemas de saúde têm dificuldade em responder rapidamente a surtos
2030 Os sistemas são mais sólidos e conseguem responder rapidamente a surtos e a situações complexas
Hoje As intervenções nem sempre são entregues de forma eficaz
2030 São implementadas estratégias e ferramentas eficazes para fazer face às ameaças em evolução

Progresso interligado

Os serviços acessíveis dependem de todos os outros pilares

O acesso equitativo às ferramentas contra a malária exige um apoio coordenado dos parceiros às cadeias de abastecimento, liderança nacional para as políticas de profissionais de saúde e o financiamento nacional, sistemas de dados para focalizar as populações desfavorecidas, preparação para entregar novas ferramentas à medida que ficam disponíveis e um financiamento sustentado para manter e alargar a cobertura. O acesso é onde convergem todos os pilares.